GUTE GUTE Barriga Experimental de Repertório
   
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Escrito por Romance InfantoJuvenil às 14h32
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GUTE GUTE – Barriga Experimental de Repertório

 

Romance Infanto-juvenil do Ciber Poeta e Ficcionista Premiado Silas Correa Leite

Breve introdução querendo ser uma espécie de rascunho para apontamento de Prefácio

“Só pela arte podemos sair de nós mesmos”

Marcel Proust

 

“Dos desenhos rupestres aos ‘noturnos’ de Chopin, toda linguagem humana é infantil. Arrisca-se, tateante, para fora das cavernas em direção ao Aberto…”  Rodrigo Petrônio. Caderno Sabático, Jornal O Estado de São Paulo, 18/03/2013

 

……………………………………………………………………………………………

 

-Quem lê Silas Correa Leite jamais esquece. Quem acompanha sua trajetória de décadas entre os emergentes nomes importantes (em qualidade literária e criação) da nova literatura brasileira contemporânea, se surpreende cada vez mais. Certa vez, ouvi um escritor e jornalista comentar: -Como é que ele pode escrever isso? Ou, como ele mesmo conta, que faz uns vinte anos atrás, uma cigana de rua ao ler gratuitamente sua mão, disse que ele um dia ainda ‘Escreveria sobre o que ninguém pensou que um ser humano pudesse escrever um dia’. Bingo, disse ele, me contando.

-Elogiado, entre outros, pelo espetacular e consagrado Moacir Scliar, que diz:

“O que chama a atenção no texto de Silas Corrêa Leite é o prazer que o autor sente em narrar, prazer este que se transmite ao leitor como um forte apelo – o apelo que se espera da verdadeira literatura. Estamos diante de uma inegável vocação de Escritor”

Com mais de mil cadernos de rascunhos poéticos de duzentas páginas (visa a médio prazo o Guiness Book); foram tema de reportagem no Programa Metrópolis da TV Cultura de São Paulo – escrevendo desde os 16 anos nos jornais de Itararé-SP; premiado em concursos de renome, inclusive no exterior (como no Instituto Piaget, Lisboa, Portugal; Cancioneiro Infanto-juvenil), constando em mais de cem antologias literárias em verso e prosa, também internacionais, o hoje Cyber Poeta Silas Correa Leite sempre surpreende pelo inédito, pelo inusitado, pela vocação de criar o indizível, quase o inominável entre versos-prosas e prosas-versos. Como quando bolou o primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, o ebook de sucesso O RINOCERINTE DE CLARICE, que, por ser pioneiro, de vanguarda e único no gênero, virou leitura obrigatória no Mestrado de Ciência da Linguagem na matéria Linguagem Virtual, na UNIC-SUL, Universidade de Santa Catarina, além de ser tese de mestrado na Universidade de Brasília e tese de doutorado na UFAL-Universidade Federal de Alagoas. Obra com onze contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, que também foi destaque na chamada grande mídia brasileira, como no jornal O Estado de São Paulo, no Diário Popular (Caderno Informática), na Revista da Web, na Revista Ao Mestre Com Carinho, na Revista Época (Rio de Janeiro) nos programas de tevê Jornal da Noite (Márcia Peltier, Rede Bandeirantes), Programa Na Berlinda (Rede 21) e Provocações, TV Cultura de SP.

O que uma pessoa que escreve tanto, tem tanto a dizer que chega a ser Cult de estar na mídia qualificada e, paradoxalmente nunca ser bancado por uma chamada grande editora do eixo Rio/SP? Para alguns, a loucura santa do Silas é extraordinária. Para outros, uma literatura em prosa e verso (e ensaios, microcontos, twitter-poemas, letras de rocks e blues, poeminhos infantis, poemas para a juventude, links irônicos e de humor como “Silas e Suas ‘siladas”) tudo muito acima da média e de primeira grandeza. Numa busca pelo Google você o acha em mais de oitocentos sites, no YouTube, até mesmo no exterior, como Chile, Portugal, Angola, Moçambique, e em quase todas as redes sociais, também seguido no twitter e no Facebook. Já há na web ótimas criticas sobre seus trabalhos, seus livros, e um cabedal de seus prêmios de renome, ou mesmo constando em mais de cem antologias literárias até no exterior, e ainda tendo saído na importante Revista Poesia Sempre, como um dos poetas da poesia brasileira contemporânea, bancado pela Fundação Biblioteca Nacional no ano 2000, 500 Anos de “Achamento” do Brasil. Nas entrevistas, surpreende, toca: ‘A vida não me deu limões, mas faço limonadas de lágrimas’. Nos ensaios, resenhas, criticas sociais e criticas literárias, feito um livre pensador que sonha depois do fim das utopias com um humanismo de resultados, surpreende por pensar o que ninguém pensou, escrever diferenciado e ter um olhar crítico especial de entrar na alma do escritor que resenha.

Pois com “GUTE-GUTE Barria Experimental de Repertório”, não poderia ser diferente. O autor de novo talentosamente surpreende com estilo, por não escrever ralo e raso e, ao mesmo tempo tomar o leitor pela mão, cativar e envolver. Vai compondo sua trajetória de literato, com qualidade vernacular, com seus neologismos, além do resgate de palavras desusadas ou atípicas – um amigo professor francês diz que às vezes ele escreve em língua bárbara – e assim, assustando, surpreende, clarifica, toca corações e mentes. Você não podia ter escrito isso, disse um amigo. Mas você está com os olhos cheios de sangue e chorando, respondeu ele.

 

Colocando a aldeia natal Itararé, cidade histórica do Brasil (de batalhas que não houve) na consciência do mundo, erguendo suas histórias e lampejos de arte como levitação, e com tantos projetos de livros, Silas tem outros trabalhos inéditos para crianças e jovens, mas quis o destino que o primeiro da lavra fosse esse, por intermédio de uma avaliação qualitativa da visionária Chiado Editores de Portugal. E nada mais bonito do que entrar ‘na cabeça’ de uma criança ainda na barriga de uma mãe de alto nível, e daí extrair além das ideias, palavras que se somam e se erguem, com começo, meio e fim, em ritmo de falas e pensamentos marotos, em nível de monólogos atiçados pela pólvora do que realmente é existir (ou deve ser existir) mesmo nos nove meses de gestação se tanto, e já ter o que dizer, nessa fauna precoce da vida atiçada in corpore. O prisma, a narrativa, a criatividade. Tudo a ver, aliás, também tudo a ler, como tudo a ser.

Que criança tardia ainda somos, escondidos de nós, até escondidos de sermos, de nossa infância, nossa maior riqueza, nosso maior tesouro? E quando a criança que ainda reside e resiste em nós lê a alma de uma criança ainda na barriga-mãe, de onde, talvez, nós nunca deveríamos ter saído, porque, disse um pensador, que nós  vivemos mesmo só nove meses? Pego pela palavra, o leitor vai se colocar no tal troninho com cordão umbilical nutridor e tudo, vai se olhar de dentro pra fora, como já sabe o mundo da fantasia de fora pra dentro, se colocando no lugar do baby vai ser também criança purinha outra vez, e se emocionar; vai chorar, e vai se sentir de alguma maneira em casa, sendo assim também a casa, a casca, o lugar em que estamos, o lugar que somos… De onde nunca deveríamos ter saído?

Conversando com o autor, sobre o processo de criação deste livro, fiquei sabendo que ele perdeu a mãe faz pouco tempo, teria sofrido muito, como uma perda dessas acarreta, e que, tentando lavar a alma, por assim dizer, teve uma ideia desse trabalho e então escreveu o livro como se lavando por dentro, como se de novo se colocando na barriga da mãe, também confessando que chorou muito ao escrever, mas que ao mesmo tempo também como que também se limpou em lágrimas e palavras, se renovando; como se purgando a dor e a partir do término da obra de várias leituras e releituras, se recompondo, como se a obra, o romancear e todo o trajeto criativo, o libertasse. A arte como levitação também?

Lendo o livro GUTE GUTE em seu projeto ainda inaugural, para depois tentar dedilhar alguma coisa sobre o mesmo, veio-me à mente a fala de Giorgio Agamben (Ideia da Prosa/Ideia da Felicidade) quando disse: “Em todas as vidas existe qualquer coisa de não vivido, do mesmo modo que em toda palavra há qualquer coisa que fica por exprimir. O caráter é a obscura força que se assume como guardiã dessa vida intocada; vela atentamente por aquilo que nunca foi e inscreve no teu rosto a marca disso…”

Pondo palavras na boca do personagem principal, narrador da epopeia barrigal – a barriga da mãe é a segunda personagem – a criança por nascer já vai precocemente dando à luz a fatos que identifica e soma, acontecências, intenções, ironias, entendimentos pueris, julgamentos puros e o próprio repertório experimental da linguagem que ouve, avalia, compõe, edifica e no palavrear conjetura e assim e por isso mesmo expõe sonoramente. Quem é que poderia ter escrito um livro desse? Você lembra Gepeto, O Gato de Botas, Alice No País das Maravilhas, ou, no Brasil, o Moleque Saci, ou ainda as maviosas contações aventurosas de um tempo e de um lugar feitas pelo inesquecível Monteiro Lobato, e nesses tempos pós-modernos de tantas infovias efêmeras, capta o romance como um estilo moderno, um olhar cativante, um entendimento bem contemporâneo que vai açodar a mente sempre ativa das crianças, de jovens e adultos, que não caberão em si, entrando na narrativa como dentro da barriga do historial ou dentro de si mesmos. Uma aventura e tanto. GUTE GUTE é isso, tem essa intenção e crédito. Talvez, fora dessa barriga, então, finalmente, podemos entender melhor o que saímos perdendo, quando nos perdemos de nós mundão a fora, ou, quando, de uma forma ou de outra, artisticamente podemos fazer da poesia, da imaginação, do conhecimento e da arte uma bela filosofia de vida, ou ainda, do entretenimento e do mundo da fantasia nas leituras, mais uma barriga acalentadora para nos cuidarmos de nós, nos salvarmos de nós, nos adoçarmos, e assim, então, nos sentirmos em paz com uma literatura envolvente como essa. Gute Gute.

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Escrito por Romance InfantoJuvenil às 14h30
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Poetinha  Silas do Jornal O Guarani de Itararé-SP, em Site do Jornal PRAVDA da Rússia

No site do Jornal PRAVDA da Rússia, no link http://port.pravda.ru/sociedade/cultura/02-09-2015/39379-vira_latas-0/  internauta do mundo inteiro pode acessar e ler a resenha critico-literária do premiado escritor Itarareense, Silas Corrêa Leite, colunista do Jornal O Guarani do Clã Lages (Hermínio/Toninho). O link da internet aponta para comentários literoculturais do autor Itarareense sobre o novo livro do professor universitário Adelto Gonçalves, 'Os Vira-Latas da Madrugada', escritor que foi jornalista, tendo trabalhado no Estadão, Folha de São Paulo, Editora Abril e A Tribuna, de Santos, que é doutor em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP), autor de vários livros de renome, e que ganhou em 1986 o Prêmio Fernando Pessoa, da Fundação Cultural Brasil-Portugal. O livro foi relançado agora pela Editora LetraSelvagem de SP e o Silas fez a resenha que o escritor elogiou.

Silas Corrêa Leite começou a escrever para o jornal O Guarani em 1968, com 16 anos e apenas o curso primário, quando ainda era garçom do Bar do Calixtrato. Migrando para SP em 1968, voltou a estudar, sempre escrevendo, colaborando com o jornais de Itararé. Depois de formado, ganhou prêmios de renome, vencedor do Primeiro Salão Nacional de Causos de Pescadores, promovido pela USP-Universidade de SP, que foi reportagem no Jornal O Estado de São Paulo e na Rádio Eldorado, quando, à época, recebeu telegrama do então Prefeito Nehir Carneiro parabenizando-o. Ganhou outros prêmios, inclusive no exterior, constou em mais de 100 antologias literárias em verso e prosa, até internacionais, com textos publicados também no Jornal Correios do Brasil, Observatório de Imprensa, Mundo Jovem, Trem Itabirano, e mesmo em fanzines, suplementos culturais e revistas eletrônicas no  Brasil, na Europa (Portugal, Itália), na África (Angola, Moçambique), América (EUA, Argentina, Chile), sempre promovendo causos e acontecências de Itararé. Também foi destaque em todas as redes sociais, e mesmo na mídia televisiva, como TV Bandeirantes, TV Cultura, Canal Universitário, GNT, e ainda no Diário Popular, Jornal da tarde, Revista Época, Revista Ao Mestre Com Carinho e outros veículos de comunicação. Foi ainda destaque no Vestibular de Letras da FAFIT de Itararé, e no vestibular da VUNESP-SP, além de premiado no Mapa Cultural Paulista, representando Itararé. Poetinha Silas como é conhecido em nossa cidade e região, foi o primeiro homenageado no Centenário de Itararé, quando teve seu Hino ao Itarareense oficializado pelo Legislativo Municipal e recebeu o Titulo de Cidadão Itarareense. A cada dia se confirma toda a carreira do colunista do Guarani, que começou no jornal, e que cada vez mais refirma assim sua carreira, já em vias de lançar outros livros, com três contratos assinados, e constando em mais de 800 sites, até internacionais, promovendo a chamada Literatura Itarareense, justamente homenageada pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura, no último desfile de aniversário de Itararé.

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CULT NEWS - La-geldi@terra.com.br

http://port.pravda.ru/sociedade/cultura/02-09-2015/39379-vira_latas-0/



Escrito por Romance InfantoJuvenil às 15h20
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Escrito por Romance InfantoJuvenil às 15h20
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GUTE GUTE – Barriga Experimental de Repertório

Romance Infantojuvenil do Ciber Poeta e Ficcionista Premiado Silas Correa Leite -Quem lê Silas Correa Leite jamais esquece. Quem acompanha sua trajetória de décadas entre os emergentes nomes importantes (em qualidade literária e criação) da nova literatura brasileira contemporânea, se surpreende cada vez mais. Certa vez, ouvi um escritor e jornalista comentar: -Como é que ele pode escrever isso? Ou, como ele mesmo conta, que faz uns vinte anos atrás, uma cigana de rua ao ler gratuitamente sua mão, disse que ele um dia ainda ‘Escreveria sobre o que ninguém pensou que um ser humano pudesse escrever um dia’. Bingo, disse ele, me contando.

-Elogiado, entre outros, pelo espetacular e consagrado Moacir Scliar, que diz:

“O que chama a atenção no texto de Silas Corrêa Leite é o prazer que o autor sente em narrar, prazer este que se transmite ao leitor como um forte apelo – o apelo que se espera da verdadeira literatura. Estamos diante de uma inegável vocação de Escritor”

Com mais de mil cadernos de rascunhos poéticos de duzentas páginas (visa a médio prazo o Guiness Book); foram tema de reportagem no Programa Metrópolis da TV Cultura de São Paulo – escrevendo desde os 16 anos nos jornais de Itararé-SP; premiado em concursos de renome, inclusive no exterior (como no Instituto Piaget, Lisboa, Portugal; Cancioneiro Infantojuvenil), constando em mais de cem antologias literárias em verso e prosa, também internacionais, o hoje Cyber Poeta Silas Correa Leite sempre surpreende pelo inédito, pelo inusitado, pela vocação de criar o indizível, quase o inominável entre versos-prosas e prosas-versos. Como quando bolou o primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, o ebook de sucesso O RINOCERINTE DE CLARICE, que, por ser pioneiro, de vanguarda e único no gênero, virou leitura obrigatória no Mestrado de Ciência da Linguagem na matéria Linguagem Virtual, na UNIC-SUL, Universidade de Santa Catarina, além de ser tese de mestrado na Universidade de Brasília e tese de doutorado na UFAL-Universidade Federal de Alagoas. Obra com onze contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, que também foi destaque na chamada grande mídia brasileira, como no jornal O Estado de São Paulo, no Diário Popular (Caderno Informática), na Revista da Web, na Revista Ao Mestre Com Carinho, na Revista Época (Rio de Janeiro) nos programas de tevê Jornal da Noite (Márcia Peltier, Rede Bandeirantes), Programa Na Berlinda (Rede 21) e Provocações, TV Cultura de SP.

O que uma pessoa que escreve tanto, tem tanto a dizer que chega a ser Cult de estar na mídia qualificada e, paradoxalmente nunca ser bancado por uma chamada grande editora do eixo Rio/SP? Para alguns, a loucura santa do Silas é extraordinária. Para outros, uma literatura em prosa e verso (e ensaios, microcontos, twitter-poemas, letras de rocks e blues, poeminhos infantis, poemas para a juventude, links irônicos e de humor como “Silas e Suas ‘siladas”) tudo muito acima da média e de primeira grandeza. Numa busca pelo Google você o acha em mais de oitocentos sites, no YouTube, até mesmo no exterior, como Chile, Portugal, Angola, Moçambique, e em quase todas as redes sociais, também seguido no twitter e no Facebook. Já há na web ótimas criticas sobre seus trabalhos, seus livros, e um cabedal de seus prêmios de renome, ou mesmo constando em mais de cem antologias literárias até no exterior, e ainda tendo saído na importante Revista Poesia Sempre, como um dos poetas da poesia brasileira contemporânea, bancado pela Fundação Biblioteca Nacional no ano 2000, 500 Anos de “Achamento” do Brasil. Nas entrevistas, surpreende, toca: ‘A vida não me deu limões, mas faço limonadas de lágrimas’. Nos ensaios, resenhas, criticas sociais e criticas literárias, feito um livre pensador que sonha depois do fim das utopias com um humanismo de resultados, surpreende por pensar o que ninguém pensou, escrever diferenciado e ter um olhar crítico especial de entrar na alma do escritor que resenha.

Pois com “GUTE-GUTE Barria Experimental de Repertório”, não poderia ser diferente. O autor de novo talentosamente surpreende com estilo, por não escrever ralo e raso e, ao mesmo tempo tomar o leitor pela mão, cativar e envolver. Vai compondo sua trajetória de literato, com qualidade vernacular, com seus neologismos, além do resgate de palavras desusadas ou atípicas – um amigo professor francês diz que às vezes ele escreve em língua bárbara – e assim, assustando, surpreende, clarifica, toca corações e mentes. Você não podia ter escrito isso, disse um amigo. Mas você está com os olhos cheios de sangue e chorando, respondeu ele.

Colocando a aldeia natal Itararé, cidade histórica do Brasil (de batalhas que não houve) na consciência do mundo, erguendo suas histórias e lampejos de arte como levitação, e com tantos projetos de livros, Silas tem outros trabalhos inéditos para crianças e jovens, mas quis o destino que o primeiro da lavra fosse esse, por intermédio de uma avaliação qualitativa da visionária Chiado Editores de Portugal. E nada mais bonito do que entrar ‘na cabeça’ de uma criança ainda na barriga de uma mãe de alto nível, e daí extrair além das ideias, palavras que se somam e se erguem, com começo, meio e fim, em ritmo de falas e pensamentos marotos, em nível de monólogos atiçados pela pólvora do que realmente é existir (ou deve ser existir) mesmo nos nove meses de gestação se tanto, e já ter o que dizer, nessa fauna precoce da vida atiçada in corpore. O prisma, a narrativa, a criatividade. Tudo a ver, aliás, também tudo a ler, como tudo a ser.

Que criança tardia ainda somos, escondidos de nós, até escondidos de sermos, de nossa infância, nossa maior riqueza, nosso maior tesouro? E quando a criança que ainda reside e resiste em nós lê a alma de uma criança ainda na barriga-mãe, de onde, talvez, nós nunca deveríamos ter saído, porque, disse um pensador, que nós  vivemos mesmo só nove meses? Pego pela palavra, o leitor vai se colocar no tal troninho com cordão umbilical nutridor e tudo, vai se olhar de dentro pra fora, como já sabe o mundo da fantasia de fora pra dentro, se colocando no lugar do baby vai ser também criança purinha outra vez, e se emocionar; vai chorar, e vai se sentir de alguma maneira em casa, sendo assim também a casa, a casca, o lugar em que estamos, o lugar que somos… De onde nunca deveríamos ter saído?

Conversando com o autor, sobre o processo de criação deste livro, fiquei sabendo que ele perdeu a mãe faz pouco tempo, teria sofrido muito, como uma perda dessas acarreta, e que, tentando lavar a alma, por assim dizer, teve uma ideia desse trabalho e então escreveu o livro como se lavando por dentro, como se de novo se colocando na barriga da mãe, também confessando que chorou muito ao escrever, mas que ao mesmo tempo também como que também se limpou em lágrimas e palavras, se renovando; como se purgando a dor e a partir do término da obra de várias leituras e releituras, se recompondo, como se a obra, o romancear e todo o trajeto criativo, o libertasse. A arte como levitação também?

Lendo o livro GUTE GUTE em seu projeto ainda inaugural, para depois tentar dedilhar alguma coisa sobre o mesmo, veio-me à mente a fala de Giorgio Agamben (Ideia da Prosa/Ideia da Felicidade) quando disse: “Em todas as vidas existe qualquer coisa de não vivido, do mesmo modo que em toda palavra há qualquer coisa que fica por exprimir. O caráter é a obscura força que se assume como guardiã dessa vida intocada; vela atentamente por aquilo que nunca foi e inscreve no teu rosto a marca disso…”

Pondo palavras na boca do personagem principal, narrador da epopeia barrigal – a barriga da mãe é a segunda personagem – a criança por nascer já vai precocemente dando à luz a fatos que identifica e soma, acontecências, intenções, ironias, entendimentos pueris, julgamentos puros e o próprio repertório experimental da linguagem que ouve, avalia, compõe, edifica e no palavrear conjetura e assim e por isso mesmo expõe sonoramente. Quem é que poderia ter escrito um livro desse? Você lembra Gepeto, O Gato de Botas, Alice No País das Maravilhas, ou, no Brasil, o Moleque Saci, ou ainda as maviosas contações aventurosas de um tempo e de um lugar feitas pelo inesquecível Monteiro Lobato, e nesses tempos pós-modernos de tantas infovias efemêras, capta o romance como um estilo moderno, um olhar cativante, um entendimento bem contemporâneo que vai açodar a mente sempre ativa das crianças, de jovens e adultos, que não caberão em si, entrando na narrativa como dentro da barriga do historial ou dentro de si mesmos. Uma aventura e tanto. GUTE GUTE é isso, tem essa intenção e crédito. Talvez, fora dessa barriga, então, finalmente, podemos entender melhor o que saímos perdendo, quando nos perdemos de nós mundão a fora, ou, quando, de uma forma ou de outra, artisticamente podemos fazer da poesia, da imaginação, do conhecimento e da arte uma bela filofia de vida, ou ainda, do entretenimento e do mundo da fantasia nas leituras, mais uma barriga acalentadora para nos cuidarmos de nós, nos salvarmos de nós, nos adoçarmos, e assim, então, nos sentirmos em paz com uma literatura envolvente como essa. Gute Gute.

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Antonio T. Gonçalves – Professor Universitário

E-mail: la-goeldi@bol.com,br

 



Escrito por Romance InfantoJuvenil às 13h16
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Escrito por Romance InfantoJuvenil às 21h35
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LANÇAMENTO DE ROMANCE - Release

Contrações Do Novo Romance de Silas Corrêa Leite

“BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, GUTE GUTE”

 

O menino/Desengonçado/Estende a mão (...)

As palavras?/As palavras mergulham...

                        In, Galeio, Francisco Marques, Petrópolis

 

Em vias de ser lançado, mas ainda no prelo, pela emergente Editora Autografia do Rio de Janeiro, o romance GUTE GUTE, BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, é a mais “louca literatura” do polêmico (e premiado) literato (poeta, ficcionista e blogueiro premiado), Silas Corrêa Leite, tachado pelo Antonio Abujamra (Programa Provocações/TV Cultura de SP), de “O Neomaldito da Web”, e que hoje deve estar publicado em mais de 800 sites, vários links de renome, até na América espanhola, Europa e África.

O escritor, já autor de outros livros, todos “diferenciados”, por assim dizer, esteve em crise de saúde, de anos atrás até mais recentemente, após perder a matriarca querida, tendo vivido tempos difíceis, mas, ainda assim e por isso mesmo profícuo criador na sua “dorpoesia”, claro, e, ao bolar este romance “louco”, também por assim dizer, parece que ao escrevivê-lo se “livrou” de tanta e tamanha tristeza e angústia. A escrever GUTE GUTE colocou toda amargura para fora de sua orfandade sofrida, daí surgindo, nascendo, aperfeiçoado enquanto romance e enquanto literatura de primeira, GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório. Sorte dos leitores dele, e do grupo Leia Silas, que no Facebook beira cinco mil amigos.

O que uma criança na barriga gestora da mãe sente, como é que é a rotina cavernosa do trono umbilical e seu entorno, as reinações da grávida chorando de barriga cheia, como o baby se comunica com a mãe dentro da barriga adjacente, como é que ele pode se comunicar com outras crianças superdotadas ou sensíveis em outras barrigas-valises passantes, em berçários-ninhais. Com amor, humor, entre alegrias e sofrências, o autor destila-se como ele mesmo fosse o filho da mãe, bendito fruto, e contasse desde a fase intrauterina de uma criança, até arrebentar-se na barriga do mundo. O hormônio da mãe, refletindo no baby, as relações e afetos maternos entronizados para todo o corpóreo em formação, pelo duto do cordão umbilical, feito uma navezinha em formação acoplada no planeta barriga.

O leitor vai se encantar, se emocionar, sentir-se criança de novo, se colocar no lugar do escritor, no lugar do bebê, de onde talvez nunca queria ter saído. Quem tem mãe não tem medo, disse Henfil. Mãe é Mãe, Coca Cola é Coca Cola, diz o mote ridente das redes sociais. Pois o escritor também, filho da mãe, conta como é ou como poderia ser (salvo pela imaginação?); dá voz ao baby, que, sim, antes de vir à luz, quer falar, quer dar à luz a msua interpretação de meio, gestão e expectativa de vida. Vivemos mesmo só nove meses? Lendo o livro você se sente na pele da mãe atiçada, como enjoos, com desejos, com entojos; na pele do bebê atiçado, cheio de perguntamentos e quireras de entendimentos espaciais, e precoce; na pele do pai babão e manteiga derretida, e, claro, só podia, também na pele do escritor, em mais uma obra com a sua marca, a sua cara, a sua especialização entre surrealismo, realismo fantástico e invencionices fora do convencional, quando não assustadoramente criativas.  Ser mãe é padecer no paraíso, disse o poeta. Ser filho é contar lorotas, peraltices, sentires, pensares e falares deste o ventre?

Este é o novo livro maluco beleza, essa é a obra. Sinta as contrações do parto do livro e do nenê espeloteado e traquinas, transpolar e hiperativo desde a fase barrigal. Já pensou? O que o bebê quer dizer, o que ele sente, pensa, imagina, cria, e espera. Entre sem bater. Tem gente. Bem-vindo à Barriga Experimental de Repertório de GUTE GUTE.

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Cult-News, Release - La-goeldi@bol.com.br



Escrito por Romance InfantoJuvenil às 21h31
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Escrito por Romance InfantoJuvenil às 12h00
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Escrito por Romance InfantoJuvenil às 13h22
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ALMA

 

Um dia você acorda, e vê

Que não era nada daquilo; você

É outra pessoa. Outro ser, se

Não aceita ser

O que eles querem que você seja

E de alguma maneira até mesmo acabou sendo...

 

Um dia você acorda, e lê

Tudo morto. Irrazão, “de-quê”

E procura se achar em si, crê

- Não aceita ser -

Ideologia, vida, sociedade... igreja

Porque é ali daquele lado que então está se vendo...

 

Um dia você acorda Você

Na portabilidade da alma porque

É espírito ali: não dono de

Não aceita ser

E pede a Deus que o proteja

Porque está na sua alma nau enfim, se revivendo

 

Um dia você acorda. E

Além da morte, é vida eterna: vê

-se à si mesmo. E assim tudo deslê

(Não aceita ser)

Ah, morreu tudo que maculou e aleija

Porque é sempre eterno nesse seu Deus crendo!

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Silas Correa Leite - Livre pensador humanista, cyber poeta, professor

 

 



Escrito por Romance InfantoJuvenil às 13h21
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Breve Introdução Para Uma Pequena Resenha Crítica

Ebook “BULBOS TRANSVERSOS” Poemas e Deconcertezas

Cyber Poeta Silas Correa Leite Lança Novo Livro Virtual de Poesia na web

 

A “Editora Bookess” de livros virtuais na web, atuando em todo território nacional e também no exterior, lança agora no mercado e na internet o novo livro virtual (ebook) de poemas posmodernos do Cyber Poeta Silas Correa Leite, livro de mais de trezents páginas chamado “BULBOS TRANSVERSOS, Tear Silencial de Mins e H2 Outros”, com quase trezentos trabalhos literários que compoem o livro que por ora ainda está disponível free no link http://www.bookess.com/profile/poesilas/books/

Sim, quase trezentos poemas altamente criativos, uma baciada como projeto verdadeiramente louco para esses tempos urgentes e insanos, quando há acordes dissonantes pra todo mundo, dor, horror, amor, humor, estertor, ironias, saudades, incompletudes, trocadilhanças, trufas experimentais, experiências poéitcas em sintaxe própria do autor, com sua linguagem virtual, seu estilo de neomaldito da webnet (segundo o site Capitu), meteoritos lustrais, twitter-poemas, twitter-microcontos hilários, “Silas e suas siladas” (humor), trabalhos turgidos e estridulações do bicho-grilo que é o poeta – corta os pulsos com poesia, diz ele – inventariante de palavras, de incêndios (sachê de mixórdias) com seus belos barbarismos, neologismos, pensadilhos e pensagens (pensamentos trocadilhos e pensamentos mensagens), invertendo verbos e vocábulos, com seus tantos desvarios letrais interessantes e incomodadores, que tocam, ferem, riscam; verdadeiros hieróglifos lustrais pondo pólvora no mapa de suas contunmdências e brincanças (como diz ele). As feridas nunca ficam congeladas na alma? Sim, o conceito vedadeiro de poesia, diz ele, não tem o feitio de uma estética fixa e linear, emancipada (Kant), porque Poesia propriamente dita em grego preceitua Atividade. É o que faz o autor presente e ativo em quase 800 sites do mundo da internet. Assim, todas as suas atividades literais configuram de certa maneira como “poiéticas”, em um certo sentido enquanto produtor de presenças. Para o Cyber Poeta premiado em verso e prosa, Poesia é tudo o que faz algo passar do Não-Ser ao Ser... Para o poeta deste livro de poemas “Bulbos Transversos” as palavras são sagradas e escrever é um surto-circuito de purgar a propria cruz da existencalização... Livre pensador, humanista – que sonha depois do fim das utopais em uma nova era (a nova desordem economica mundial), um ético e plural-comunitário humanismo de resultados, principalmente num cinico estado minimo neoliberal como São Paulo com prtivatizaçoes-roubos, corrupção endêmica generalizada, impunidade por atacado e o neoescraismo da terceitização, o poeta destilando errações, cantárias, em sua poética de tristeza, conficcional, pilhando criações com o seu fio terra descascado...

BULBOS TRANSVERSAIS, Poemas e Desconcertezas, é um trabalho cheio de poemas feito uma mixórdia letral. Fragmentos de matizes e iluminuras? Tabuleiro de catanças desparafusadas, um sachê de errações; o poeta no confeito de pintar a obra de ícaros e húmus & ácaros. “Mins” e H2 Outros, claro, um tear salpicado de desvarios díspares, inventários, experimentações, sacadas e inutilezas, até porque o autor diz que do “jazz nasce a luz”´. Bulbos também porque tem suas raízes de pés vermelhos no Paraná, criado na Estância Boêmia de Santa Itararé das Artes, depois, viajoso e turrão por Sampa, ora Samparaguai, o Estado-Máfia, que o autor destila, decifra e nomina (como Tom Zé que “ama-odeia” São Paulo). Reversos e transversos porque o autor acerta a mão, erra a mão, destila seu vinhoverbo, revida, critica, desconcerta (transverso), postula, implica, retrata, cria rastilhos, depõe, delata, salpicando suas várias pensagens (pensamentos-mensagens), seus estrambólicos pensadilhos (pensamentos-trocadilhos), passando por Twitterpoemas, letras de rocks, baladas and blues, e, claro, Silas e suas “siladas”, o que dá em poesia e afins, desaforismos alhures, sempre esmerilhando vocábulos, neologismos, entre criações, contentezas e barulhanças, artes e cantares. O tear é mais embaixo. Pirações letrais. Experimentações e acertos. Técnicas de aproximação. Algumas epifanias turvas também. Humores e ironias no foxtrot da obra. Nódoas que não silenciam sobre si mesmas. No solo de silêncio, que é o chamado exercício do fazer poético, as cantagonias. Berrar é humano? As palavras singram e sangram. Eu, você, mins e nosotros. Tudo a ver? Periga ler. Pois este livro de poema vem depois de um Porta-Lapsos, outro livro do autor, anterior, de poesia também, entre obras meio marginais deste cyberpoeta e escritor premiado em verso e prosa, que consta em mais de cem antologias literárias, inclusive no exterior, também ganhador de vários concursos de renome, já autor de outros livros. O autor está em mais de 800 links de sites. Ser tachado de o “Neomaldito da web” (Site Capitu) não é fácil. O Cyber Poeta Silas Corrêa Leite esteve, entre outros, no Programa Provocações, TV Cultura de São Paulo, e, com sua metralhadora cheia de lágrimas (e sua contundente e pragmática “poética de tristeza”), ainda disparou: “Corto os pulsos com poesia”. Que os bulbos deste livro apontem chips poéticos, janelas, tercetos, haiquases, desvairados inutensílios, e digam da poesia do autor como gritos disparados no ar, entremeados, sígnicos, lustrais, e com as desimportâncias, afinal, se um poeta disse que “o importante é que a emoção sobreviva”, e outro disparou “faz escuro mas eu canto”, que no fazer poético deste livro, o autor, feito um ladrão de fogo (Rimbaud), esparrame suas raízes (búlbicas), suas criações, suas centelhas, seus fios tenebrosos, fiosterra que sejam, na panaceia dessa desvairada pauliceia sociedade anônima, nesse afrobrasilis de tantas disparidades sociais, dando testemunho de que, sim, os loucos herdarão a terra, mas, enquanto criticam o pântano da condição humana, nesses tenebrosos tempos pósmodernos de tantas infovias efêmeras, ainda assim e por isso mesmo, dão testemunhos de resistência com a sensibilidade ferida. Afinal, não é fácil ser sensível (e não se estarrecer na arte como libertação) nessa época de muito ouro e pouco pão. E quem quiser que vá parir estrelas. Anjos caídos usam os poetas para conversar com os loucos?

Sutras, mantras, lãs de lágrimas, uma espécie de frei ateu no estudio da alma nau, boêmico-letral, com sua alma nau ( e sua metralhadora dialética cheia de lágrimas) cria o inominável, o indizivel, os chorumes, pilhando situações e atitude de humanos bem pouco humanus... Silas está no contexto criativo do que bem diz Osip Mandel Stam “Todos os tempos são obscuros para quem deles experimenta a contemporaneidade. Contemporâneo é aquilo que sabe ver essa obscuridade, capaz de escrever mergulhando nas trevas do presente”. Pois os Bulbos Transversos do cyber poeta Silas Correa Leite são incendiários, transfigurações pertubadoras de desconstrutividade humanas... Ai de nós! E o autor ainda, feito um meteoorito poético com rastilho aceso (Silas e suas ‘siladas’) detona: Eu escrevo poesia/Porque tenho uma coisa na cabeça/O cérebro”.

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Maria da Gloria L. Aranha

Conatos: mglaranha@bol.com.br

 

 



Escrito por Romance InfantoJuvenil às 11h20
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